Outros dous hectares situados máis ao sul achavam-se menos afectados ao estarem cubertos por umha mancha superficial que desembocava, a través dumha canle, no rio Louro.
Verdegaia deu conta do ocorrido ao Departamento de Meio Ambiente da Câmara Municipal do Porrinho e a Delegaçom Provincial da Conselharia de Meio Ambiente que tomou mostras do vertido.
Segundo puido saber Verdegaia, o vertido procede dumha caneira do citado polígono polo que ainda se desconhecem as pessoas responsáveis. Também soubose que nom é a primeira vez que acontece pois há uns meses vários trabalhadores da empresa máis próxima ao ponto de vertido da caneira, sufrirom mareios polo fedor.
É possível que o vertido se realizara uns dias antes coincidindo com a volta das chúvias o que poderia ter relaçom com umha grande mortandade de peixes no rio Louro à altura de Tui.
Ante a gravidade dos factos, Verdegaia exige:
- A investigaçom da origem do vertido.
- A identificaçom das pessoas responsáveis e, no seu caso, o feche da empresa.
- A aplicaçom do código penal por causar um GRAVE DELITO ECOLÓGICO COM RISCO PARA A SAÚDE PÚBLICA pola provável introduçom na cadea trófica de substáncias cancerígenas, contaminaçom de chãos e aquíferos com os agravantes de reincidência e afectaçom a um hábitat prioritário da Rede Ecológica Europeia Natura 2000.
- A restauraçom do meio a sua situaçom anterior.
Outra grave infraçom nas proximidades
Junto ao citado vertido esta-se a realizar um aterro encol do mesmo bosque de ribeira em terrenos qualificados no PGOM do Porrinho como Solo Rústico de Protecçom de Espaços Naturais e que inexplicavelmente forom suprimidos da Rede Natura pola Junta da Galiza a começos do ano 2004.
Verdegaia exige à câmara municipal do Porrinho:
- Umha sançom exemplar à empresa responsável
- A retirada imediata do aterro e a restituçom à situaçom anterior.